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Um novo método no Brasil usa drones como investigadores de cena de crime

Um novo método no Brasil usa drones como investigadores de cena de crime


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Você provavelmente já assistiu a um filme de detetive ou programa de TV em algum momento, então você estará bem versado na cena típica do crime: um detetive chega e começa a inspecionar a área isolada. Essa pesquisa deve ser feita rápida e meticulosamente antes que qualquer fator externo possa interferir na cena.

No entanto, na vida real, as circunstâncias ambientais, como vento ou chuva, podem varrer e destruir evidências valiosas. Às vezes, mesmo os investigadores ou especialistas forenses podem contaminar a cena do crime.

Assim, uma equipe de pesquisadores do Brasil começou a estudar uma nova opção de investigação: os drones.

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Como os drones podem ser mais úteis para cenas de crime?

A pesquisa ainda está em seus primeiros estágios, no entanto. Mas, como os drones podem chegar mais rapidamente voando diretamente para a cena do crime, eles podem fazer a varredura da área e usar o aparelho de som e a câmera a bordo para capturar evidências.

O cérebro do projeto é Pompílio Araújo, perito criminal da Polícia Federal do Brasil, responsável por documentar e registrar as cenas do crime exatamente como foram encontradas.

Araújo também atua como pesquisador no Intelligent Vision Research Lab da Universidade Federal da Bahia. Ao criar esse drone específico, Araújo visa tornar a gravação inicial das cenas de crime mais fácil, precisa e rápida.

O drone seria capaz de registrar as evidências de cima, voando baixo e capturando a cena de diferentes ângulos.

Chamado de AirCSI, o sistema de drones começa escaneando a área, usa uma câmera estéreo, bem como um sistema de mapeamento de auto-localização visual (SLAM) para monitorar onde o drone está localizado.

“Inicialmente, o drone [voa] em uma altura que pode ter uma visão ampla da cena do crime e detectar algumas evidências maiores”, explica Araújo. Esta informação foi baseada em seu primeiro estudo.

No momento, o drone é capaz de detectar armas, mas a esperança é treiná-lo para identificar outros objetos, armas e até manchas de sangue.

Agora, Araújo e sua equipe desenvolveram o drone para incluir uma segunda câmera, que é treinada para capturar evidências de diferentes ângulos. Esta nova parte do estudo foi publicada em Cartas de Geociências e Sensoriamento Remoto do IEEE.

Nesse novo sistema, o drone pode calcular a área ao redor da evidência, levando em consideração sua relevância e tamanho potencial. Em seguida, o drone voa em um movimento de zigue-zague, varrendo a área várias vezes para coletar ainda mais dados sobre cada pedaço de evidência.

Você pode ver a trajetória zig-zag do AirCSI no vídeo acima.


Assista o vídeo: Bladeless Drone: First Flight (Pode 2022).


Comentários:

  1. Zulutaur

    Bravo, excelente comunicação

  2. Azriel

    É uma boa ideia.

  3. Kabei

    a mensagem graciosa

  4. Eliezer

    Obrigado pelo artigo, você escreve bem!



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